A PERDA DA PRIVACIDADE E DA CIDADANIA de Noan Chomsky a Flávio Calazans

Nos idos do "Faz-Tempo" de antigamente existia uma vetusta palavra hoje em desuso que significava uma distinção gravissima : - Seria a diferença entre "Público" e "Privado", sem senso desta tal "privacidade" e com a facilidade de produção de imagens somos inundados com istantaneos semióticos desprovidos de contexto, sem passado nem futuro, meros fotogramas coloridos abertos à interpretação (hermeneutica) projetando significados da nossa sombra junguiana inconsciente e nos levando pelas aparecias sem substancia e sem conteudos, superficialidades desconexas
...e neste caos semântico sem terceiridade peirceana vagamos tal qual os zumbis abundantes que vagam desprovidos de senso crítico ou quiçá ate de auto-consciencia da individualidade, massas multitudinárias vazias, ocas e sem esperança nem futuro, inonsequentes e alienadas, heterodirigiadas pela mídia que fabrica seu psedo-pendamento como engenharia soccial subliminar comnduzindo o rebanho que sequer poderia ser possuidor de "Opinião pública" pois multidão nunca foi público , vive no limbo de um umbral sombrio distante dos direitos de cidadão. direitos estes diluídos em casuismos de genero ou opções sexuais infinitas que constragem e distraem a verdadeira consciencia critica. Chomsky descreve estes procedimrentos em seus clássicos livros "FABRICANDO O CONSENSO" e "ILUSÕES NECESSÁRIAS" !

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