Inútil é quem não serve ao Partido, o dissidente, este deve ser eliminado no expurgo ao ser denunciado pelos camaradas seus vizinhos ou parentes, ou colegas de trabalho rivais competindo com ele pela promoção, como na Revolução Cultural de Mao Tsé Tung na China. O inútil é quem sabe ler ou usa óculos, como definiu Pol Poth do Khmer Vermelho no Camboja, pois a revolução socialista só precisa de camponeses (foice) e operários braçais (martelo) e estes não precisam saber ler, basta serem treinados para o trabalho designado pelo partido. Inútil é quem discorda ou não aceita totalmente a pauta de hoje do partido, e então deve ser apagado das fotografias, como ensinou Stalin na URSS. Inútil é que não repete a palavra de ordem do dia do partido e vai para reeducação vitalícia no Gulag ou para o castigo de ser torturado no Helicoide da Venezuela. Inútil é a família que não entrega suas cr1ança5 para a milícia do partido ter recreação sexual. Inútil é todo tovarish que não tem a car...
" Você poderia deixar a vida agora mesmo. Deixe que isso determinar o que você faz e diz e pensa."-Marco Aurélio
ResponderExcluirMemento Mori (em latim para "Lembre-se que você deve morrer") é a antiga prática de meditar sobre a sua mortalidade. É uma ferramenta que tem sido usada pelas figuras mais poderosas e bem-sucedidas da história para criar uma perspectiva e urgência reais.
Meditando na sua mortalidade só é deprimente se você perder o ponto. É, de facto, uma ferramenta para criar prioridade e significado. Para tratar o nosso tempo como um presente e não o perder no trivial e em vão. A morte não torna a vida sem sentido, mas sim intencional.
E felizmente, não temos de quase morrer para entrar nisto. Um simples lembrete pode aproximar-nos de viver a vida que queremos.
ResponderExcluir"Você poderia deixar a vida agora. Deixe que isso determine o que você faz, diz e pensa." - Marco Aurélio
Memento Mori (latim para "lembre-se de que você deve morrer") é a antiga prática de meditar sobre sua mortalidade. É uma ferramenta que tem sido usada pelas figuras mais poderosas e bem-sucedidas da história para criar uma perspectiva real e urgência.
Meditar sobre sua mortalidade só é deprimente se você perder o foco. Na verdade, é uma ferramenta para criar prioridade e significado. Tratar nosso tempo como um presente e não desperdiçá-lo com coisas triviais e vãs. A morte não torna a vida sem sentido, mas sim cheia de propósito.
E, felizmente, não precisamos quase morrer para aproveitar isso. Um simples lembrete pode nos aproximar de viver a vida que desejamos.