"O mal não pode criar nada novo, só pode corromper e arruinar o que as forças do bem inventaram ou fizeram" Tolkien - Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ o calazanista

O apedeuta é um pobre diabo...perdeu-se na

- Arrogância vaidosa ao ser adulado,

- na Inveja e ressentimento das privações da infância,

- na vingativa Ira

- no abandono na Luxúria,

- na inércia da Preguiça,

- na Gula dos jantares dos hotéis 5 estrejas

- e na Cobiça avareza de acumular desmedidamente bens materiais.

Desorientado e fraco, egoísta e vazio, ignorante e covarde.

O medo (que no âmago de sua mente pervertida o motiva) causa o mesmo medo em todos que o cercam e nos que a ele se submetem...

Pois é deste medo que advém a agressividade histérica deles todos, pois estão confusos e caíram nas mentiras, pensam estar se defendendo em seu desespero desorientado e egoista, agem precipitadamente às cegas sem ver as consequências, sem avaliar a medio e longo prazo seus atos ...são hipnotizados, mesmerizados, zumbis...

Seu deboche e zombaria encobre a Inveja.

No fundo sabem o que é o certo e daí vem sua hipocrisia

"A hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude" frase dita pelo escritor francês François de La Rochefoucauld.

O apedeuta não passa de um mero instrumento no sofrimento de muitas almas frágeis e ignorantes, despreparadas.

Atoladas na desesperança..tristeza, melancolia e depressão que as deixam inertes.

Como Aristóteles dizia, a ignorância leva ao mal por falta de discerninento e de forca de vontade e caráter para combater os vícios com as virtudes.

Na Filosofia clássica o mal é visto como a ausência ou a corrupção do bem, não uma força criativa autônoma.

A frase mais famosa atribuída a Tolkien sobre o mal é:

"O mal não pode criar nada novo, só pode corromper e arruinar o que as forças do bem inventaram ou fizeram".

A ideia aparece em "O Retorno do Rei" (no capítulo A Torre de Cirith Ungol), quando Frodo reflete sobre os orcs.

O texto original diz que a Sombra "só pode zombar, não pode fazer; não coisas novas e reais por si mesma".

Tolkien explica que o mal não deu vida própria aos orcs, mas apenas os "arruinou e perverteu" a partir de formas existentes.

Como o Mal Opera?

Parasitismo: Precisa de uma base boa (a vida, a verdade, a bondade caridosa, a beleza) para corromper.

Distorção: Pega algo puro e muda o seu propósito original para gerar destruição.

Observe as pessoas corrompidas pelas pautas vermelhas e percebe-se claramente tudo isto .



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