"A Filosofia em Conan o Bárbaro " Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ o calazanista

"A Filosofia em Conan o Bárbaro".

Durante o filme "Conan, o Bárbaro" (1982) o general mongol pergunta a Conan o que é melhor na vida, ao que o guerreiro responde com a frase icônica sobre a ruína de seus inimigos.

- "Conan o que é a melhor coisa na vida" ?

- "Matar seus inimigos, esmagar seus crânios e ouvir suas viúvas chorarem."

- "Conan, você não reza pelos homens que matou?"

- "-Rezo sim... para que suas almas queimem no inferno e não estejam mais lá quando eu chegar".

A frase é uma das mais famosas do cinema e foi inspirada em falas atribuídas a Genghis Khan.

O livro "A Filosofia em Conan o Bárbaro" descreve os fundamentos filosóficos que orientam a ética bélica e passional, hedonista e cruel de Conan, personagem mais famoso de Robert E. Howards.

Esta Filosofia em Conan, o Bárbaro, criada por Robert E. Howard, explora o contraste entre a corrupção da civilização e a honestidade da selva.

Longe de ser niilista, Conan abraça o presente, o livre-arbítrio e a paixão pela vida, guiando-se pela força, pela lealdade e pela astúcia perante deuses distantes como Crom, um óbvio DEMIURGO dos Gnosticos, tais quais os hereges Cátaros.



"O Bom Selvagem de Rousseau":

Conan é frequentemente visto como o arquétipo do homem incorrompido pela ganância da civilização, possuindo um código moral mais justo do que os nobres e sacerdotes que o manipulam.

" O Estado de Natureza de Hobbes":

As jornadas de Conan ilustram a busca pela sobrevivência em um mundo violento, onde o poder muitas vezes emana da espada, exigindo um estado de precaução pois "o homem é o lobo do homem" e não se pode confiar em ninguém e nem sequer rezar pois Crom é um demiurgo gnóstico cruel ou indiferente.



"Pragmatismo de Maquiavel":

Para ascender de mercenário e ladrão a Rei da Aquilônia, Conan demonstra um talento instintivo para o jogo político, entendendo o funcionamento do poder e a natureza humana.

NIETZSCHE.

Conan, o Bárbaro, é amplamente considerado uma personificação literal do Übermensch (super-homem) de Friedrich Nietzsche.

O icônico filme de 1982, dirigido por John Milius, abre com a citação nietzschiana

"Aquilo que não nos mata, nos torna mais forte",

ilustrando a jornada de Conan superando o sofrimento para forjar sua própria força e vontade de poder.



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