Minha primeira experiência de êxtase místico sublime Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ o calazanista

Minha primeira experiência de êxtase místico sublime foi no Museu Rodin em Paris.

No jardim dei de cara com a inesperada "Porta do Inferno" em metal, com o pensador em cima, triplicado por Camille Claudel.



Foi semelhante a uma "Síndrome de Stendhal" mas com um prazer enlevado e o desejo de continuar flruindo e observando.

"Se a religiosidade não existisse, eu teria a necessidade de inventá-la. Os artistas verdadeiros são, em suma, os mais religiosos dos mortais” Rodin, em "O misticismo na Arte" - capítulo de "A Arte" anotado por seu secretário Rilke

Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ o calazanista





"Obrigado pelo comentário, Ura, sim eu me observo, sou o observador e o observado, esta é a prática desde sempre, India, China, Japão, Alquimia, Qabalá, Geomancia e Telurismo, etc.

---Eu comecei la pelos oito anos de idade atraido pelas cartas do TARO em uma revista de banca de jornal, meu ingesso na senda mística nunca foi verbal e sempre por imagens, do Taro às gravura de Flamel e Fulcaneli, do Zodíaco a Otz Chain a árvore da vida, dos hieroglifos a Spare, de Willian Bake a Alex Grey, Da Geometriia Sagrada à Arte Sacra e Arquitetura de Templos.

--Tudo sempre veio a mim pelas cores e figuras como os vitrais das catedrais, os brasões dos escudos na Heráldica, - ocorre-me que talvez você é que projete seu próprio caminho verbal e livresco em mim, pois sou exatamente o oposto das palavras!

---E ao chama estas rminhas vivências de "calazanismo" ou outros termos brincando com meu sobrenome, estou MESMO brincando com meu ego, pois sei e sabemos que TODO artista vivencia estas sensações no transcurso do ato criativo, em poema, conto ou desenho, em musica (pelo pouco que compus) também; e jocosamente batizando de "calazanista" ou "calazanismo" estou em verdade zombando do nome "calazans" e assim o fazendo desarmo as pretensões do meu ego e suas amadilhas,



--- Já o óbvio narcisismo é puro Marketing, menos ultrajante depois que Salvador Dali fez uso de tais truques de mídia, como sempre fui tímido mas empurrado pelos colegas (que admiravam o que julgavam ser um dom intelectual mas em verdade era resultado de dedicação e leituras) a ser orador de classe nas formaturas de primeiro e segundo graus, depois acabe por ser professor e para isto criei uma persona ou máscara, como um ator compus um personagem "Calazans" com vocabulário, trejeitos , expressões corporais e estilo próprio, mascara que visto em palestras ou festas ou sempre que em publico, e, embora não tenha sido criada para tal, acabou tendo um efeito sedutor sobre mulheres, inclusive sua filha foi minha namorada talvez (em um primeiro momento) encantada com a segurança arrogante do personagem CALAZANS pois ela o conheceu liderando um grupo de pesquisa que ele mesmo lutou e fundou no Intercom - Um Congresso Científico (refiro-me a meu personagem como ELE - mas estou todo tempo ciente de ser a persona apenas uma mera uma parte de mim, uma METONÍMIA acentuada em hipérbole! Talvez com aspectos cafagestes da minha SOMBRA tal qual descreve JUNG).

--- Já o óbvio narcisismo é puro Marketing, menos ultrajante depois que Salvador Dali fez uso de tais truques de mídia, como sempre fui tímido mas empurrado pelos colegas (que admiravam o que julgavam ser um dom intelectual mas em verdade era resultado de dedicação e leituras) a ser orador de classe nas formaturas de primeiro e segundo graus, depois acabe por ser professor e para isto criei uma persona ou máscara, como um ator compus um personagem "Calazans" com vocabulário, trejeitos , expressões corporais e estilo próprio, mascara que visto em palestras ou festas ou sempre que em publico, e, embora não tenha sido criada para tal, acabou tendo um efeito sedutor sobre mulheres, inclusive sua filha foi minha namorada talvez (em um primeiro momento) encantada com a segurança arrogante do personagem CALAZANS pois ela o conheceu liderando um grupo de pesquisa que ele mesmo lutou e fundou no Intercom - Um Congresso Científico (refiro-me a meu personagem como ELE - mas estou todo tempo ciente de ser a persona apenas uma mera uma parte de mim, uma METONÍMIA acentuada em hipérbole! Talvez com aspectos cafagestes da minha SOMBRA tal qual descreve JUNG).

--Não sinto em mim a inferioridade social que você fala, nasci em classe media e ate hoje convivo com amigos de infância da mesma classe socio-econômica, e Cesar creio que nasceu na família JULIO que já era rica e poderosa quando o mesmo lutou junto a Crasso contra Spartacus.Veni Vidi Vinci parece mais uma ironia ou zombaria da cidade ter se rendido sem luta- se bem recordo o episódio.

--Quando você fala do transe artístico como fuga, não há como discordar , pois minha limitada vivência e entendimento fazem-me supor que TODA arte cria mundos evasivos a esta realidade, seja literatura, música, pintura, quadrinhos, tudo propões visões alternativas-evasivas deste mundo tecidas pelo artista ou autor. Não estou -de forma nenhuma- insinuando que as religiões e suas narrativas tenham a mesma função, pois isto seria endossar ser a religião o "ÓPIO DO POVO" e sinto a religiosidade como algo muito além disto.

_Agradeço seus comentários inceros que inspiraram-me sta resposta apesar d adiantado da hora noturna!"

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