Filosofia do Estoicismo: de Carpe Diem a Santo Expedito - Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ o calazanista

"Se você tem um jardim e uma biblioteca, você tem tudo o que precisa" frase do filósofo estoico romano Cícero.

Até meus passatempos são estudos, como o caça-palavras de termos da Filosofia greco-romana do Estoicismo.

Carpe diem.

O autor da famosa expressão "Carpe diem" é o poeta romano Horácio (65 a.C. – 8 a.C.).

A frase completa original é "carpe diem, quam minimum credula postero", que significa "aproveite o dia de hoje e confie o mínimo possível no amanhã".

A máxima foi publicada no Livro I de "Odes" (mais especificamente na Ode I, 11) e faz parte da filosofia que convida a valorizar o momento presente diante da incerteza do futuro.

Santo Expedito é representado pisando em um corvo que grita "Crás" (palavra em latim que significa "amanhã").

A cena simboliza sua vitória sobre a tentação de adiar decisões, respondendo com "Hodie" (latim para "Hoje").

O significado é claro: não deixar para amanhã a conversão ou as atitudes urgentes da vida.



No santinho Santo Expedito pisa o corvo de cuja boca sai a filactera (antecessor do "balão" nas Histórias em Quadrinhos) na qual está escrito seu grito CRÁS - amanhã.



Tanto a filosofia quanto o estudo dos símbolos nunca termina.

Por vezes acreditamos ter chegado a uma conclusão e compreendido todas as camadas do assunto, entretanto, anos depois um outro símbolo ou uma mera frase nos fazem lembrar do tema e o revisitar, pensando por novos angulos diferentes e, assim, ampliando a compreensão.

Este processo nunca termina, não tem fim.

Está é a beleza da busca, do questionamento e estudo, a reflexão e meditação as quais somente a Filosofia e a Simbologia podem nos proporcionar.



"A MISSÃO da filosofia não é buscar nem produzir argumentos, mas FORTALECER AS ALMAS para que enxerguem uma verdade que não poderão jamais provar a quem não a enxerga."- Olavo de Carvalho.

Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ o calazanista

Comentários

  1. "Filosofia não é uma arte de pensar em qualquer coisa, sem metodologia ou utilidade, muito menos uma ciência do achismo. Ela é o amor à sabedoria.

    Diferente dos sofistas, que vendiam conhecimento para fins utilitários e persuasivos, o filósofo busca a verdade de forma autêntica e profunda.

    A perda da filosofia fragmenta o conhecimento. Hoje as ciências estão separadas, cada uma falando sua própria linguagem, sem unidade.

    Sem filosofia, perde-se a “árvore do conhecimento”: matemática não conversa com química, direito não conversa com economia, e tudo fica desconexo

    Estudar filosofia eleva a vida humana, orienta para o bem e corrige os fundamentos das outras ciências.

    Um profissional domina melhor sua própria área quando entende seus princípios filosóficos (como no direito, matemática, ciência política).

    Filosofia não é “qualquer coisa”, não é autoajuda: ela trata das questões mais profundas e difíceis sobre verdade, bem, beleza, justiça e realidade.

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