"Pois nele vivemos, nos movemos e existimos" (Bíblia Atos 17:28). - Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ

"Pois nele vivemos, nos movemos e existimos" (Bíblia Atos 17:28).
uma citação que o apóstolo Paulo usou em seu discurso em Atenas (no Areópago) para conectar a fé cristã com a filosofia grega,

mostrando que Deus é a fonte de toda a vida e que todos somos "descendência Dele", convidando à reflexão sobre a verdadeira natureza de Deus, que não é uma imagem feita por mãos humanas, mas o criador que sustenta a existência.

Contexto e Significado

Discurso de Paulo em Atenas: Paulo, ao falar aos filósofos no Areópago, notou um altar dedicado ao "Deus Desconhecido" e usou isso como ponto de partida para apresentar o Deus verdadeiro, o Criador de tudo.

Conexão com Poetas Gregos: Ele citou poetas gregos (como Arato) para mostrar que a ideia de uma divindade criadora não era estranha aos pensadores da época, dizendo: "Pois nele vivemos, nos movemos e existimos" e "Também somos descendência dele".

Dependência de Deus: O versículo ressalta que a vida, o movimento e a própria existência de todas as pessoas dependem de Deus, que as sustenta e lhes dá propósito.

Em Resumo

Atos 17:28 é um convite à comunhão com Deus, revelando-o como o sustentador de toda a vida e incentivando as pessoas a não pensarem na Divindade como algo criado por artefatos humanos, mas como o Deus pessoal e relacional que nos criou e nos mantém.

O "Deus Ignoto" (Agnostos Theos) refere-se a um altar em Atenas dedicado a uma divindade desconhecida, mencionado em Atos 17:23 do Novo Testamento.

O apóstolo Paulo utilizou essa inscrição para pregar o cristianismo, argumentando que o Deus criador verdadeiro era quem os atenienses adoravam sem conhecer, diferenciando-o de ídolos.

Contexto Histórico: Atenas possuía um templo ou altar para um "deus desconhecido" (Agnostos Theos) servindo como precaução para evitar a ira de divindades não mapeadas no panteão grego.

Narrativa Bíblica: Em Atos 17:22-34, Paulo visita o Areópago, um local de debates filosóficos, e utiliza o altar como ponto de partida para apresentar o Deus criador, incognoscível por imagens, mas revelado em Jesus.

Significado Teológico: A expressão representa a busca humana pelo divino, a limitação da compreensão humana sobre o absoluto e a distinção entre a adoração idólatra e o Deus criador.

Origem: Além da Grécia, ideias similares de um "deus desconhecido" ou indescritível existiam, como o culto a Amon no Antigo Egito.

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