HENFIL "Como se Faz Humor Político" e "O RISO" de Bergson na Biblioteca Flavio Calazans

Tenho na biblioteca uma prateleira sobre riso e humor, estes dois livretos são os que indico para cartunistas iniciantes:


O primeiro é do filósofo francês Henry Bergson "O RISO" no qual ele define o riso como uma anestesia do sentimento e um ato de razão e pensamento o que recorda-me Leonardo da Vince no Tratado da Pintura onde fala da "arte como cosa MENTALE" em oposição a artesanato manual, a arte exprime conceitos e pensamento elaborado.

O segundo é o depoimento de Henfil (Henrique de Souza Filho) "Como se faz humor político!" no qual o petista falecido explica da responsabilidade social do cartunista e de como é IMPOSSÍVEL não emitir uma opinião política, tentar ser ISENTÃO apenas favorece o Status Quo dos que nos oprimem, como Maduro na Venezuela, pois não existe também humor a favor como todos cartunistas do Brasil (salvo raros corajosos) tentaram fazer nos governos Lula e Dilma.

Livretos bons para começar a pensar...

“A irreverência é a campeã da Liberdade se não sua única defensora”. (Mark Twain).

“Ridentem dicerce verum quid vetat ?" (O que impede quem ri de dizer a verdade?).

"Perder a alegria é a última forma de ser derrotado". (Antônio Skarmeta).

“A vida é uma tragédia quando vista de perto, mas uma comedia quando vista de longe”.(Charlie Chaplin).

"O mundo é uma comedia para os que pensam e uma tragédia para os que sentem"- Un ami nous envoie cette pensée d’Horace Walpole (Angleterre, 1717-1797) : « The world is a comedy to those who think, a tragedy to those who feel » (le monde est une comédie pour celui qui pense et une tragédie pour celui qui ressent") -("O mundo é uma comedia para os que pensam e uma tragédia para os que sentem") et moi, Flavio Calazans, je dis que cést vrai !

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