INÚTIL - Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ
Inútil é quem não serve ao Partido, o dissidente, este deve ser eliminado no expurgo ao ser denunciado pelos camaradas seus vizinhos ou parentes, ou colegas de trabalho rivais competindo com ele pela promoção, como na Revolução Cultural de Mao Tsé Tung na China. O inútil é quem sabe ler ou usa óculos, como definiu Pol Poth do Khmer Vermelho no Camboja, pois a revolução socialista só precisa de camponeses (foice) e operários braçais (martelo) e estes não precisam saber ler, basta serem treinados para o trabalho designado pelo partido. Inútil é quem discorda ou não aceita totalmente a pauta de hoje do partido, e então deve ser apagado das fotografias, como ensinou Stalin na URSS. Inútil é que não repete a palavra de ordem do dia do partido e vai para reeducação vitalícia no Gulag ou para o castigo de ser torturado no Helicoide da Venezuela. Inútil é a família que não entrega suas cr1ança5 para a milícia do partido ter recreação sexual. Inútil é todo tovarish que não tem a car...
tp://ncanarede.blogspot.com/2008_08_01_archive.html.
ResponderExcluirSubversos
Um bate papo contando a experiência individual de cada integrante do grupo, a trajetória da revista e trocar experiências quanto a produção, divulgação e distribuição de histórias em quadrinhos.
O grupo surgiu em 2004 durante a disciplina: Quadrinhos de Arte, ministrada por Flávio Calazans, no Instituto de Artes da UNESP. Como não tínhamos verbas para financiar uma revista que divulgasse a produção dos alunos dessa matéria, o projeto para a revista ficou arquivado até agora com o financiamento do VAI. Do grupo original de cerca de 15 participantes, restaram apenas os 3 integrantes do projeto. Durante esse tempo, seus integrantes desenvolveram pesquisas, fizeram cursos e participaram de fanzines, tudo sobre histórias em quadrinhos tema, evidentemente.