ANJO DA GUARDA das Igrejas Ortodoxas e Judaísmo até o Catolicismo de Roma - Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ o calazanista
Sobre Anjos.
"Porque a Seus anjos Ele dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos" (Biblia. Salmos 91-11).
Desde a ordem dada por Lutero a maioria das denominações protestantes, historicamente, rejeita ou evita a ideia de que cada pessoa possui um anjo específico e exclusivo.
Apenas um homem, Lutero, negou esta tradição em 1517 e foi seguido por Calvino e pelo chefe da Igreja Anglicana Henrique Oitavo e todos protestantes posteriores, em 40 mil denominações hoje registradas também seguiram Lutero e se afastaram negando todas as igrejas dos Ortodoxos e da Igreja Católica Romana.
40 mil igrejas protestantes e a cada ano surgem mais outras tantas novas... ("Quem não é comigo é contra mim, e quem comigo não ajunta espalha" está escrita nos livros de Mateus 12:30 e Lucas 11:23 da Bíblia).
Todavia rabis judeus já falam de anjo acompanhante da pessoa de prática religiosa, textos rabínicos apontam que o cumprimento de cada mitzvá (boa ação ou mandamento) cria/atrai um anjo que serve como escudo de proteção para a pessoa.
Cristãos Ortodoxos de todas igrejas, da Copta à Russa e a Romana, acreditam firmemente na existência e no ministério dos anjos da guarda.
Bases bíblicas usadas pela tradição católica:
Passagens como Mateus 18:10 (onde Jesus menciona os "anjos dos pequeninos que veem a face do Pai").
e Atos 12:15 (quando os discípulos acham que o "anjo de Pedro" estava à porta).
A Biblia tem várias citações as quais serviram de base teológica para a crença do anjo da guarda individual.
Pais da Igreja como Orígenes (século III), São Jerônimo e, posteriormente, Santo Tomás de Aquino (século XIII) na Idade Média, formalizaram a doutrina de que cada ser humano recebe de Deus um anjo da guarda individual no momento do nascimento ou da concepção.
No século XVI (pelo Concílio de Trento) e posteriormente em 1670 com o Papa Clemente X, o catolicismo romano oficializou a Festa dos Santos Anjos da Guarda em 2 de outubro no calendário universal para consolidar e defender essa crença.
Eu ao rezar sinto a presença do bem, mas não sei discernir se é o Espírito Santo ou se trata-se de um anjo que se aproxima de mim trazendo paz e calma, pois rezo evocando e invocando o Pai - Deus, Jesus, o Espirito Santo (chamamos de Trindade) e todos os anjos e Santos também.
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Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ o calazanista
"Porque a Seus anjos Ele dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos" (Biblia. Salmos 91-11).
Desde a ordem dada por Lutero a maioria das denominações protestantes, historicamente, rejeita ou evita a ideia de que cada pessoa possui um anjo específico e exclusivo.
Apenas um homem, Lutero, negou esta tradição em 1517 e foi seguido por Calvino e pelo chefe da Igreja Anglicana Henrique Oitavo e todos protestantes posteriores, em 40 mil denominações hoje registradas também seguiram Lutero e se afastaram negando todas as igrejas dos Ortodoxos e da Igreja Católica Romana.
40 mil igrejas protestantes e a cada ano surgem mais outras tantas novas... ("Quem não é comigo é contra mim, e quem comigo não ajunta espalha" está escrita nos livros de Mateus 12:30 e Lucas 11:23 da Bíblia).
Todavia rabis judeus já falam de anjo acompanhante da pessoa de prática religiosa, textos rabínicos apontam que o cumprimento de cada mitzvá (boa ação ou mandamento) cria/atrai um anjo que serve como escudo de proteção para a pessoa.
Cristãos Ortodoxos de todas igrejas, da Copta à Russa e a Romana, acreditam firmemente na existência e no ministério dos anjos da guarda.
Bases bíblicas usadas pela tradição católica:
Passagens como Mateus 18:10 (onde Jesus menciona os "anjos dos pequeninos que veem a face do Pai").
e Atos 12:15 (quando os discípulos acham que o "anjo de Pedro" estava à porta).
A Biblia tem várias citações as quais serviram de base teológica para a crença do anjo da guarda individual.
Pais da Igreja como Orígenes (século III), São Jerônimo e, posteriormente, Santo Tomás de Aquino (século XIII) na Idade Média, formalizaram a doutrina de que cada ser humano recebe de Deus um anjo da guarda individual no momento do nascimento ou da concepção.
No século XVI (pelo Concílio de Trento) e posteriormente em 1670 com o Papa Clemente X, o catolicismo romano oficializou a Festa dos Santos Anjos da Guarda em 2 de outubro no calendário universal para consolidar e defender essa crença.
Eu ao rezar sinto a presença do bem, mas não sei discernir se é o Espírito Santo ou se trata-se de um anjo que se aproxima de mim trazendo paz e calma, pois rezo evocando e invocando o Pai - Deus, Jesus, o Espirito Santo (chamamos de Trindade) e todos os anjos e Santos também.
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Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ o calazanista

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