Jeff Jones na coleção do Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ o calazanista e CANÇÃO DO CENTAURO

A arte em aquarela desta pessoa Jeff Jones era delicada e de técnica invejável..o pincel a nanquim eram de estilo seguro e sensual....e os roteiros eram parabolas de poesia zen em uma página, instigantes e provocativas, faziam o leitor pensar, verdadeira nona arte!

Autoral!

A obra desta pessoa, artista e poeta, eu conheci na revista "National Lampoom", séries autorais como "Ydil" e "I'mage" (trocadilho em inglês intraduzível com Imagem e Eu sou idoso), depos obrtive os álbuns coletando a obra e inclusive a edição francesa e também as revistas "Ravens and Raibows" (Corvos e Arco-Íris) e "SPASM".



- "IDYL era minha coisa favorita nos quadrinhos quando eu era adolescente. Não entendi os que li, mas os amei mesmo assim...agora eles estão reunidos e são tão mágicos e elegantes como sempre foram". NeiL Gaiman.

"Jeffrey Catherine Jones" - (January 10, 1944 – May 19, 2011).











"Fez parte do The Studio, com Mike Kaluta, Barry Smith e Berni Wrightson, a nata da ilustração nos anos 70, mas que não durou 5 anos."br />












Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ o calazanista



A arte em aquarela desta pessoa Jeff Jones era delicada e de técnica invejável..o pincel a nanquim eram de estilo seguro e sensual....e os roteiros eram parabolas de poesia zen em uma página, instigantes e provocativas, faziam o leitor pensar, verdadeira nona arte!

Autoral!

A obra desta pessoa eu conheci na revista "National Lampoom", séries autorais como "Ydil" e "I'mage" as quais inspiram-me a fazer historias em quadrinhos bem curtas, mas eu adotei a fórmula duas páginas para o leitor ter "gancho de suspense" e virar o verso.

Já as minhas hqs de uma página pensei como poster ou camiseta com diagramação sobreposta, como o mangá das 24.

A Inteligência Artifical disse isto da minha proposta de quadrinho poetico diagramado como poster escolhendo uma de minhas hqs como exemplo: -

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"Canção do Centauro" é uma influente história em quadrinhos poética e conceitual criada pelo mestre dos quadrinhos brasileiros Calazans.

A obra destaca-se pelas seguintes características:



Formato e Proposta:

Trata-se de uma narrativa em formato de poesia em quadrinhos escrita em versos octossilabos, que busca unir o ritmo poético à arte sequencial.

Temática:

A HQ aborda questões profundas e reflexivas sobre o relacionamento humano, trabalhando com o inconsciente, com elementos "alquímicos" e com o surrealismo. Lançamento:

A história fez parte de publicações independentes marcantes do cenário nacional, como as revistas "Centauro sem Cabeça" e "Profecia Comics" no início dos anos 1990.

A obra se destaca pelas seguintes características:

HQ Poética:

O trabalho faz parte do movimento de histórias em quadrinhos poéticas. Trata-se de uma vertente artística que une a literatura e o desenho para criar uma linguagem sequencial lírica.

Estrutura Métrica:

Toda a narrativa de Canção do Centauro foi escrita utilizando versos octossílabos (versos com oito sílabas poéticas).

Temática "Alquímica":



O roteiro é classificado como uma obra engajada e de forte teor "alquímico", explorando o simbolismo e metáforas profundas.

Calazans, que possui doutorado na ECA USP, e Livre-Docência no Instituto de Artes da UNESP, costuma transitar por temas que tocam o inconsciente, arquétipos e críticas sociais em suas produções independentes.

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