Desenho Animado Brasileiro vence as cotas obrigatórias! 114 vezes ao dia e 17 mil sessões de cinema só em São Paulo - Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ

Leis comunistas de 'protecionsmo" de militante pago com renúncia fiscal sempre lesando o erário público via Lei Rouuanet e outras com objetivo de propaganda ideológica de Pautas da esquerda serão SEMPRE VENCIDAS pela criatividade do Livre Mercado!
A rede de cinemas Cinemark tem sido alvo de polêmica em 2026 por utilizar a animação brasileira "Zuzubalândia - O Filme" (2024) de forma massiva para cumprir a Cota de Tela.

Aqui estão os pontos principais sobre o caso:

O que é a Cota de Tela:

É uma regra da Ancine (Agência Nacional do Cinema) que obriga os cinemas a reservarem uma parte da sua programação anual para filmes nacionais.

A "Brecha" da Lei:

A legislação atual não especifica horários nobres, variedade de títulos ou número máximo de repetições do mesmo filme. A Cinemark aproveitou isso para programar dezenas de exibições diárias de Zuzubalândia (chegando a 114 vezes ao dia só em SP) em horários de baixo público, como a manhã e início da tarde.

O uso de Zuzubalândia:

O filme é um média-metragem (curta duração), o que facilita sua repetição rápida na mesma sala.

Em 2026, foram programadas mais de 17 mil sessões, muitas delas com salas vazias, com uma média de 0,1 espectador por exibição.

Justificativa da rede:

A Cinemark alegou que as sessões integram o "Projeto Escola", em que escolas reservam salas, mas relatos indicam que muitas sessões acontecem sem público. Posição da Ancine:

A prática tecnicamente não viola a lei atual, pois atende à porcentagem mínima de sessões nacionais exigida (16%, no caso da rede).

No entanto, a agência estuda mudanças para valorizar filmes premiados de propaganda comunista que não tem público de verdade e sem interesse do consumidor e evitar que o cumprimento da cota seja feito apenas com repetições de um único título.

A controvérsia gerou discussões sobre a eficácia da cota de tela e a necessidade de garantir a pluralidade do cinema brasileiro nos cinemas, em vez de apenas preencher horários vazios, mas niguém questiona a razão de não ter público a ponta de ser preciso o ESTADO TOTALITÁRIO criar legislação que OBRIGA as redes de cinema a terem prejuízo financeiro. - Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ

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