Dissonância cognitiva e seu diálogo com seu "amigo" de esquerda - Flávio Calazans zans zans © - suɐzɐlɐɔ o calazanista



Não é possível expor fatos a um esquerdista.

Ele fica agressivo.

Aqui a explicação da doença mental.

Dissonância cognitiva é um desconforto psicológico gerado quando uma pessoa mantém crenças, ideias ou valores que entram em conflito com suas ações ou com a realidade dos fatos.

Essa tensão mental obriga o cérebro a buscar soluções para eliminar o conflito, o que muitas vezes resulta em racionalizações/negação ou mudanças de comportamento para aliviar a culpa.

Conhecer os pilares deste fenômeno ajuda a entender como tomamos decisões e lidamos com nossos próprios erros.

O que causa a dissonância?

O conceito foi formalizado em 1957 pelo psicólogo social Leon Festinger.







A dissonância ocorre em três situações principais:

Conflito entre pensamentos: Quando duas crenças importantes se contradizem.

Contradição entre crença e ação: Quando você faz algo que vai contra o que considera certo ou ideal, tem de defender um óbvia mentira ou injustiça, algo grave que sabe estar errado.

Desafio por novas evidências: Quando fatos concretos da realidade desafiam uma convicção ideológica muito forte.

Exemplos comuns:

O marxisto (ou socialismo ou comunismo ou esquerda) dá resultados opostos ao que prometia, trazendo sofrimentos, fome, pobreza, injustiça, censura, mentiras e repressão violenta.

"Reconhecer a dissonância cognitiva é um ato de coragem, é confrontar as ilusões e buscar uma vida mais íntegra, lúcida e ética" . Jeferson Zahorcak











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